sexta-feira, 26 de abril de 2013

Esquadrão 731

A propósito de mal extremo...





Médicos e cientistas retiravam os órgãos que desejavam de pessoas vivas, atadas a camas. Tiravam um pulmão, um rim, cortavam membros, ligavam e desligavam canais, uniam o esófago directamente aos intestinos, congelavam e descongelavam membros, e tudo isto sem anestesia, introduziam o bisturi na garganta e abriam até ao estômago, autopsiavam as pessoas vivas ou decapitavam-nas para testar as espadas. Estas atrocidades eram executadas por jovens que tinham estudado em universidades, seguido o curso de médicos para tratar doentes, e que sabiam que aquilo que faziam era completamente oposto a tais princípios. Depois da guerra, grande parte dos médicos e cientistas alemães foram condenados à morte, mas os médicos e cientistas japoneses foram protegidos explicitamente pelos EUA, impedindo a China de os executar, porque, conforme reconheciam os cientistas americanos, os conhecimentos e as informações conseguidas pelos cientistas japoneses eram de um valor incalculável, uma vez que nunca poderiam ser obtidas nos Estados Unidos, devido aos escrúpulos em efectuar experiências com seres humanos. Douglas MacArthur propôs que se fizesse saber aos japoneses que poderiam falar abertamente sobre as suas experiências científicas pois os seus testemunhos não seriam usados como prova de crimes de guerra.




Veja também o filme... se não for muito sensível...


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