segunda-feira, 15 de abril de 2013

Vida e divertimento: o regabofe

A propósito de divertimento...


Os antigos sabiam que o divertimento era necessário à vida, mas daí retiravam o indício de que a vida não deveria executar-se em função do divertimento (cfr. Aristóteles, Ét. Nic., 1176β28-1177α1).

Mas hoje a vida é considerada por todos como uma mercadoria que cada um troca por qualquer brincadeira, desde que distraia. E nesse suposto "optimismo" cego esconde-se o mais angustiante nihilismo: o de que, na verdade, a vida nada vale senão a pudermos levar a dormir.

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